O poema de hoje é recente, escrevi na semana passada. É um soneto. Estou feliz por tê-lo feito, porque o último soneto da minha safra de poesia, escrevi ainda na adolescência. De certa forma, o poeta da origem volta hoje com grande força. Este poema é parte de uma homenagem.
NÃO SE APAIXONE POR MIM
Não se apaixone por mim, ela diz
E eu digo que sou tão humano
Não tenho a força motriz
De frear o que pensa que é engano.
Não se apaixone por mim, é o plano
de uma amizade feliz
Que acha que pelo cotidiano
Sem paixão se preserva a raiz.
Eu não creio e rebato com pena
Sentir ante o pensar eu elevo
E minha razão se apequena.
Diante do que se impôs, é o que levo
Pra não desfocar nossa cena
Quebrar o que há, não me atrevo.
(Carlos Santos - 27/7/15)
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